segunda-feira, 12 de abril de 2010

Guardo cada lembrança como se fosse um sopro quente de sua boca. Seus cabelos negros prendiam em meu braço que te abraçava. Eu ainda reclamava que meu braço doía... Tola! A saudade da sua presença, do seu riso, do seu andar, deixa os meus músculos imóveis, e solitários. Vejo que devia tentar ver-me livre de você, mas essa visão é distinta, insuficiente. Negligenciei sua confiança com juras. Fui política e recebi todo o tratamento merecido. Mas a sua alma é de alguma maneira inexplicável... Explicável na minha! A felicidade que você transmitiu a mim é divina. Às vezes falo no passado, outras no presente, é que minhas palavras ainda têm a força de sentir esperança. Tenho em meu sangue a esperança do perdido, da falta e do arrependimento.

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