“Por que as pequenas ações, os impulsos breves podem chegar a nos confundir tanto? Por que uma coisa tão simples como um beijo roubado questiona tão de repente nosso coração? Deve ser porque num gesto aparentemente tão simples, se encontra todo o significado do universo”.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
"Não é como se fosse escolha minha. Não é como pedir uma pizza e dizer o que você quer em cima dela. É uma situação que envolve só uma vida e mesmo assim se eu errar em algum lugar destruo todo o resto. Por favor alguém me dê uma roleta (russa) que me ajude sempre (uma vez) a decidir tudo. Eu até cansei de ser covarde, mas a covardia é tão dona de mim que eu sou covarde até na hora de não querer ser covarde. É isso. Eu consigo decidir tudo, só não consigo agir, como se meu motor de arranque estivesse pifado desde sempre. A rua é mão única e eu olho pros dois lados antes de atravessar. O copo nunca está meio cheio. E o pão vai cair com a margarina virada pra baixo. O dia que eu não enxergar só o lado ruim das coisas eu não serei eu. Você acha isso feio? Não me importa, porque eu sou assim desde sempre e já me acostumei a não ser o mais agradável. E quem se acostuma se conforma, quem se conforma não muda. E pensando bem, mudar não adiantaria muita coisa, já que a minha personalidade pessimista não me deixa viver."
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