“Por que as pequenas ações, os impulsos breves podem chegar a nos confundir tanto? Por que uma coisa tão simples como um beijo roubado questiona tão de repente nosso coração? Deve ser porque num gesto aparentemente tão simples, se encontra todo o significado do universo”.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Acabou de aparecer uma senhora muito sábia, - com um perfume antigo e rugas nas mãos - bem na minha frente. O nome dela é Necessidade. Preciso fazer uma lista das coisas que eu amo. Na minha opnião, isso é algo que define muito quem uma pessoa é. Listas. E amor. Para começar, a minha possui pautas, pois eu escrevo muito torto. Ela tem cheiro de alho frito. E nela, senhoras e senhores, terá escrito que eu amo ouvir a mesma música 100 vezes, que a sensação de algum estetoscópio encostando na minha pele é irradiante e que eu poderia ficar observando um mapa mundi durante anos (apesar de não saber nenhuma capital). Meu diafragma contrai, quando uma câmera está na minha mão. Meu pulmão enche de ar, quando eu olho avante. Veja, um pássaro. Para onde ele está indo? Eu vou pra lá. Pra cá. Sem dúvida nenhuma, eu não consigo ficar no mesmo ponto por muito tempo. Estou sempre na quinta marcha, e eu amo isso. Sapatear me tira daquele buraco. E eu também amo isso. "Tap tap tap" seria a minha onomatopéia, se eu fosse um animal. Eu amo trocar de canal, abraçar as pessoas, ficar com a lingua colorida. 8 é o meu número da sorte. Não lembro quando foi que eu inventei isso. Talvez eu tivesse 8 anos. Eu amo não ter pressa, apesar de tudo. Fazer listas aleatórias me tornam sonhadora. Eis aqui o título da última: "4 homens com quem eu me casaria". Engraçado, ela reduziu para um. Pode me ligar de madrugada. Je suis née en mille neuf cent quatre-vingt-une. Parece uma frase gasta, mas eu amo a vida. E amo mesmo..
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