“Por que as pequenas ações, os impulsos breves podem chegar a nos confundir tanto? Por que uma coisa tão simples como um beijo roubado questiona tão de repente nosso coração? Deve ser porque num gesto aparentemente tão simples, se encontra todo o significado do universo”.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Mal posso imaginar que não há mais ninguém que vá ficar no seu lugar, pois, quem sempre esteve aqui já não está. Me diz: qual a razão pra não irmos tão bem? Posso dizer convictamente que nos afastamos externamente porque você quis e/ou precisava, mas não internamente…. O mais difícil é assimilar que você será sempre mais em mim do que eu em mim mesmo e, contudo, serei menos em mim e quase nada em você… Essa profunda vontade de explicar o inexplicável; compreender o incompreensível. Entre o intelecto e o sentimento; o real e o abstrato. Agora o que mais receio é um abraço seu… Te abraçar sem saber o real motivo: uma reconciliação ou uma despedida?, e logo após volto a me perguntar: Como pode um “símbolo” tão singelo de afeto e carinho atrair sem esforços duas extremidades? Sinceramente nunca pensei vagar assim nesse tamanho mundo vulnerável que acaba de se abrir à mim sem deixar-me o direito de contestar , porém, aceito sem atrito quando percebo minha condição de humano…
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