“Por que as pequenas ações, os impulsos breves podem chegar a nos confundir tanto? Por que uma coisa tão simples como um beijo roubado questiona tão de repente nosso coração? Deve ser porque num gesto aparentemente tão simples, se encontra todo o significado do universo”.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Mesmo eu lutando pra não pensar nele, eu não lutava pra esquecê-lo. Eu tive medo que tarde da noite, quando a exautão pela falta de sono quebrasse minhas defesas, que eu acabasse me dando por vencida. Eu tive medo que minha mente fosse como uma peneira, e que algum dia eu não lembrasse mais a cor exata dos seus olhos, a sensação do toque da pele fria dele, ou da textura da voz dele. Eu podia não pensar nisso, mas eu precisava me lembrar disso. Porque só havia uma coisa na qual eu precisava acreditar pra ser capaz de viver. Eu precisava saber que ele existia. Isso era tudo. Tudo mais podia ser suportado. Contanto que ele existisse.
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